REFLEXÃO SOBRE DINHEIRO ELETRÔNICO
Ninguém pode ter dúvidas que o dinheiro eletrônico será a moeda de troca do futuro!
O problema é saber quando isto ocorrerá completamente, mas já há alguns avanços, entretanto, alguma coisa precisa ser feito para acelerar este processo, devido aos altos e crescentes índices de roubos, assaltos, tráficos e corrupção no Brasil.
Neste sentido o governo pode ajudar, legislando para desestimular, coibir e discriminar o uso do dinheiro papel-moeda ou dinheiro vivo (cash).
No nosso entender o governo deverá legislar para estipular penalidades civis e criminais, por uso do dinheiro vivo, em certas quantidades, por pessoas que tenham conta bancária em seu nome; por outro lado deverá obrigar as empresas a pagarem seus funcionários através de créditos em conta corrente (conta salário), com também, proibir a compra de bens imóveis e certos bens móveis, até determinado valor, em dinheiro papel-moeda.
Deverão ser enquadrados na referida legislação, principalmente, os servidores públicos que exceção cargos de direção e os representantes do povo eleitos por voto universal. Lembramos que a nota fiscal eletrônica será uma grande aliada do governo.
Se perguntarem: “como será que alguém irá provar que tem conta bancária?
A resposta será que o governo deverá utilizar o CPF para tal prova, vinculando sua emissão pelos bancos à abertura de contas correntes.
As pessoas que só utilizarem dinheiro eletrônico deverão, durante certo tempo, ter algum tipo de incentivo.
Rio de Janeiro, 05 de dezembro de 2009.
Edison C. de Souza
domingo, 6 de dezembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
REFLEXÕES
REFLEXÃO SOBRE OS OBJETIVOS DO DINHEIRO ELETRÔNICO E DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA
Os principais objetivos do Dinheiro Eletrônico, dentre outros, é acabarem com a corrupção, sonegação de impostos, assaltos e roubos a bancos.
Uma grande aliada do Dinheiro Eletrônico é a nota fiscal eletrônica que, no Brasil, já é uma realidade e ambos visam a atingir os objetivos colimados.
A explicação dessa premissa é a seguinte: os assaltos visam quase sempre dinheiro, ao passo que os roubos e os furtos, além de dinheiro, objetos de valor, sendo que estes últimos precisarão ser vendidos. Neste ponto é que entra o dinheiro eletrônico e a nota fiscal eletrônica.
Como a maioria dos roubos e furtos ocorre por ganância e não por necessidade, o uso generalizado da nota fiscal eletrônica, tanto por pessoas físicas e jurídicas, inibirá a venda de produtos roubados ou furtados, com notas frias ou roubadas.
O roubo e o furto são questões de consciência do ser humano e nada impedirá que existam e sejam trocados, pois dependem mais da formação moral e religiosa de cada um, mas poderão ser reduzidos com o uso destes instrumentos.
Rio de Janeiro, 10 de novembro de 2009.
Edison C. Souza
Os principais objetivos do Dinheiro Eletrônico, dentre outros, é acabarem com a corrupção, sonegação de impostos, assaltos e roubos a bancos.
Uma grande aliada do Dinheiro Eletrônico é a nota fiscal eletrônica que, no Brasil, já é uma realidade e ambos visam a atingir os objetivos colimados.
A explicação dessa premissa é a seguinte: os assaltos visam quase sempre dinheiro, ao passo que os roubos e os furtos, além de dinheiro, objetos de valor, sendo que estes últimos precisarão ser vendidos. Neste ponto é que entra o dinheiro eletrônico e a nota fiscal eletrônica.
Como a maioria dos roubos e furtos ocorre por ganância e não por necessidade, o uso generalizado da nota fiscal eletrônica, tanto por pessoas físicas e jurídicas, inibirá a venda de produtos roubados ou furtados, com notas frias ou roubadas.
O roubo e o furto são questões de consciência do ser humano e nada impedirá que existam e sejam trocados, pois dependem mais da formação moral e religiosa de cada um, mas poderão ser reduzidos com o uso destes instrumentos.
Rio de Janeiro, 10 de novembro de 2009.
Edison C. Souza
domingo, 22 de março de 2009
IDÉIAS
IDÉIA
O Banco Central do Brasil deveria obrigar os Bancos a abrirem duas contas correntes que teriam restrições para se comunicarem entre si: a primeira seria para movimentação em papel-moeda e cheques e a segunda para transações somente eletrônicas.
Seria autorizada a transferência da primeira conta para a segunda, mediante o pagamento do devido imposto de renda e a comprovação da origem do dinheiro, junto à Receita Federal.
A conta eletrônica só poderá ser movimentada por meios eletrônicos e só admitirá transferências entre contas eletrônicas, sendo vedada a transferências para as contas movimentadas por papel-moeda.
Rio de Janeiro, 21 de março de 2009.
Edison C. de Souza
NOTA: Sobre o assunto, veja as minhas seguintes Reflexões:
REFLEXÃO - REFLEXÃO SOBRE AS MUDANÇAS ECONÔMICAS E SOCIAIS DO MUNDO NO SÉCULO XXI.
SEXTA-FEIRA, 03 DE OUTUBRO DE 2008.
REFLEXÃO – SE O DINHEIRO FÍSICO TORNAR-SE ELETRÔNICO OU VIRTUAL IRÁ AJUDAR OU RESOLVER O PROBLEMA DA CORRUPÇÃO OU DA DESIGUALDADE SOCIAL.
SEXTA-FEIRA, 05 DE SETEMBRO DE 2008.
REFLEXÃO - EXTINGUIR O DINHEIRO EM PAPEL-MOEDA É A MELHOR MANEIRA DE ACABAR COM A CORRUPÇÃO E OUTROS CRIMES.
QUINTA-FEIRA, 31 DE JULHO DE 2008.
REFLEXÃO - COMO EVITAR E DIMINUIR A CRIMINALIDADE
SEGUNDA-FEIRA, 12 DE MARÇO DE 2007.
O Banco Central do Brasil deveria obrigar os Bancos a abrirem duas contas correntes que teriam restrições para se comunicarem entre si: a primeira seria para movimentação em papel-moeda e cheques e a segunda para transações somente eletrônicas.
Seria autorizada a transferência da primeira conta para a segunda, mediante o pagamento do devido imposto de renda e a comprovação da origem do dinheiro, junto à Receita Federal.
A conta eletrônica só poderá ser movimentada por meios eletrônicos e só admitirá transferências entre contas eletrônicas, sendo vedada a transferências para as contas movimentadas por papel-moeda.
Rio de Janeiro, 21 de março de 2009.
Edison C. de Souza
NOTA: Sobre o assunto, veja as minhas seguintes Reflexões:
REFLEXÃO - REFLEXÃO SOBRE AS MUDANÇAS ECONÔMICAS E SOCIAIS DO MUNDO NO SÉCULO XXI.
SEXTA-FEIRA, 03 DE OUTUBRO DE 2008.
REFLEXÃO – SE O DINHEIRO FÍSICO TORNAR-SE ELETRÔNICO OU VIRTUAL IRÁ AJUDAR OU RESOLVER O PROBLEMA DA CORRUPÇÃO OU DA DESIGUALDADE SOCIAL.
SEXTA-FEIRA, 05 DE SETEMBRO DE 2008.
REFLEXÃO - EXTINGUIR O DINHEIRO EM PAPEL-MOEDA É A MELHOR MANEIRA DE ACABAR COM A CORRUPÇÃO E OUTROS CRIMES.
QUINTA-FEIRA, 31 DE JULHO DE 2008.
REFLEXÃO - COMO EVITAR E DIMINUIR A CRIMINALIDADE
SEGUNDA-FEIRA, 12 DE MARÇO DE 2007.
domingo, 12 de outubro de 2008
REFLEXÕES
REFLEXÃO SOBRE A CRISE DE CONFIANÇA NOS MERCADOS FINANCEIROS E DE CAPITAIS MUNDIAIS.
Moral, ética e transparência são os pilares da confiança que sustentam o bom funcionamento dos mercados de capitais.
Nas bolsas de valores quem vacila perde para o especulador.
Na bolsa de valores do Brasil (BVMF) as ações das empresas não são mais representadas por cautelas em papéis físicos.
Com o advento da informática, as compras, vendas e transferências de ações são registradas eletronicamente.
O home broker, ou seja, a compra e venda de ações através das corretoras de valores, ligadas ou não a bancos, utilizando-se a Internet, facilitou o acesso dos cidadãos às bolsas de valores.
Cabe à CBLC – Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia o controle, cálculo dos direitos e obrigações relativos aos Proventos divulgados pelo emissor e emissão de extratos, com a posição de ativos registrados em nome do investidor, junto ao Agente de custódia que é a instituição responsável pela guarda destes ativos.
A aposta das pessoas na alta ou baixa dos preços das ações, ignorando os patrimônios líquidos das empresas, que garantem seu valor ou as expectativas de seus rendimentos futuros, passou a ser um jogo de azar.
Existem vários fatores que devem ser considerados na determinação do preço de uma ação, mas, basicamente, o patrimônio líquido dividido pelos tipos de ações emitidas, daria o valor inicial de cada uma delas. Agreguem-se a ele as previsões de dividendos e bonificações ou as estimativas de lucros ou prejuízos.
No preço das ações, também, devem ser considerados os prazos de retorno do capital investido (PL ou preço/lucro por ação), a liquidez do papel, dentre outros.
Os mercados futuro e de opções são jogos de palpites que merecem atenção especial, porque influenciam fortemente os preços das ações.
Teoricamente as bolsas de valores estariam imunes ao pânico dos investidores, nos casos de crise sistêmica nos Bancos, pois deveria oscilar com base nas leis do mercado, baseada na oferta e na procura. Ninguém poderá sacar suas ações para guardá-las em local seguro, porque são representadas por registros eletrônicos.
Em épocas de crise financeira mundial e de falta de confiança nos mercados, o bode expiatório é o dinheiro na forma de papel-moeda, pois as pessoas passam a vender suas ações, para transformá-las em dinheiro, sacando-os dos bancos para comprar moeda forte, para mantê-los sob sua guarda ou transferi-los para países que possam lhes dar 100% de garantia aos depósitos bancários, ou então investir em títulos do tesouro americano.
Alternativas, não financeiras, são a compra de ativos representados por imóveis, ouro, diamante etc.
Estas práticas e comportamentos das pessoas são imprevisíveis e levam à falta de liquidez do sistema e a todas as suas implicações.
A única maneira de acalmar as pessoas e tranqüilizar os mercados é os governos garantirem 100% dos depósitos bancários, em valores ilimitados, pois são eles os responsáveis pela legislação e fiscalização do cumprimento das normas do sistema financeiro.
Aos cidadãos cabe o papel passivo de confiar no governo e manter seu dinheiro depositado nas instituições, por ele autorizadas a funcionar.
Quando há fuga de capitais dos bancos, eles irão procurar lugares mais seguros para ficarem. Os países que não seguirem as mesmas regras dos outros, dando garantia ilimitadas aos depósitos bancários irão ter sérios problemas, pois as pessoas irão trocar as moedas de seus países por moeda forte, conseqüentemente aumentando o câmbio, para colocá-las nos países que lhes garantam 100% dos seus depósitos.
O sistema financeiro tem que funcionar como uma irmandade, uns ajudando os outros, supervisionados pelo Banco Central e não interessa a ninguém a quebra de nenhuma instituição financeira.
Qualquer desconfiança do mercado no sistema financeiro pode gerar uma crise sistêmica, afetando todos eles.
O mercado é complexo e não tem lógica, quando as pessoas agem com emoção, motivo pelo qual as previsões falham.
Por outro lado é difícil entender a lógica das pessoas, pois confiam seus investimentos em ações, apenas com registros eletrônicos nas corretoras, mas não confiam, em épocas de crise, nos bancos onde fazem seus depósitos e que não sejam garantidos pelo governo.
O egoísmo e a ganância levam o ser humano a pensar que é dono do mundo, quando não é, nem da própria vida.
O mundo está crescendo muito rapidamente, aumentando a necessidade, cada vez maior, de alimentos e insumos para a indústria.
Para movimentar a indústria e o comércio, as operações dos mercados de capitais tornaram-se mais complexas e interdependentes.
No sistema capitalista os mercados podem até se auto-regulamentarem, com base na oferta e procura, entretanto, para seu perfeito funcionamento é preciso que haja confiança entre os agentes e segurança nas operações.
Cabe aos governos darem esta segurança, para que haja confiança no mercado.
Uma das atribuições do governo, mais eficaz, não é sua capacidade de legislar, mas de fiscalizar, para evitar fraudes.
A contabilidade e balanço das empresas devem ser transparentes e demonstrarem a realidade dos atos e fatos administrativos.
Sem regras rigorosas de auditoria e fiscalização dos sistemas contábeis, os balanços e demonstrações financeiras das empresas não servem para nada, pois serão manipulados por elas, para esconderem ou mostrarem o que seja de seus interesses.
Como as empresas podem escolher livremente os auditores de suas contas, com certeza, não vencerá a que apresentar o menor preço, mas irão dar preferência às prestadoras de serviço que não lhes desfavoreçam, casos contrários irão substituí-las por outras.
Considerando que os auditores independentes ou empresas de auditoria concorrem entre si, em busca de clientes, poderão ser mais maleáveis aos interesses das empresas, podendo até serem manipulados, para conquistarem novos clientes e não perderem os antigos.
Neste ponto é que o governo deve ser rigoroso com as normas de auditoria e critérios de avaliação dos ativos, como também, com as escolhas dos auditores e, conforme o caso, direcionar a escolha.
A corrupção existe tanto nas empresas privadas, como no governo, portanto a regulamentação tem que ser para evitar a fraude.
A regulamentação dos mercados é um remédio que precisa ser bem dosado, para não virar um veneno.
A liberdade de mercados para operações lícitas é a sua melhor regulamentação, desde que não haja fraudes.
Onde há fraude não existe confiança e sem ela os mercados não funcionam.
Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2008.
Edison Carlos de Souza
Moral, ética e transparência são os pilares da confiança que sustentam o bom funcionamento dos mercados de capitais.
Nas bolsas de valores quem vacila perde para o especulador.
Na bolsa de valores do Brasil (BVMF) as ações das empresas não são mais representadas por cautelas em papéis físicos.
Com o advento da informática, as compras, vendas e transferências de ações são registradas eletronicamente.
O home broker, ou seja, a compra e venda de ações através das corretoras de valores, ligadas ou não a bancos, utilizando-se a Internet, facilitou o acesso dos cidadãos às bolsas de valores.
Cabe à CBLC – Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia o controle, cálculo dos direitos e obrigações relativos aos Proventos divulgados pelo emissor e emissão de extratos, com a posição de ativos registrados em nome do investidor, junto ao Agente de custódia que é a instituição responsável pela guarda destes ativos.
A aposta das pessoas na alta ou baixa dos preços das ações, ignorando os patrimônios líquidos das empresas, que garantem seu valor ou as expectativas de seus rendimentos futuros, passou a ser um jogo de azar.
Existem vários fatores que devem ser considerados na determinação do preço de uma ação, mas, basicamente, o patrimônio líquido dividido pelos tipos de ações emitidas, daria o valor inicial de cada uma delas. Agreguem-se a ele as previsões de dividendos e bonificações ou as estimativas de lucros ou prejuízos.
No preço das ações, também, devem ser considerados os prazos de retorno do capital investido (PL ou preço/lucro por ação), a liquidez do papel, dentre outros.
Os mercados futuro e de opções são jogos de palpites que merecem atenção especial, porque influenciam fortemente os preços das ações.
Teoricamente as bolsas de valores estariam imunes ao pânico dos investidores, nos casos de crise sistêmica nos Bancos, pois deveria oscilar com base nas leis do mercado, baseada na oferta e na procura. Ninguém poderá sacar suas ações para guardá-las em local seguro, porque são representadas por registros eletrônicos.
Em épocas de crise financeira mundial e de falta de confiança nos mercados, o bode expiatório é o dinheiro na forma de papel-moeda, pois as pessoas passam a vender suas ações, para transformá-las em dinheiro, sacando-os dos bancos para comprar moeda forte, para mantê-los sob sua guarda ou transferi-los para países que possam lhes dar 100% de garantia aos depósitos bancários, ou então investir em títulos do tesouro americano.
Alternativas, não financeiras, são a compra de ativos representados por imóveis, ouro, diamante etc.
Estas práticas e comportamentos das pessoas são imprevisíveis e levam à falta de liquidez do sistema e a todas as suas implicações.
A única maneira de acalmar as pessoas e tranqüilizar os mercados é os governos garantirem 100% dos depósitos bancários, em valores ilimitados, pois são eles os responsáveis pela legislação e fiscalização do cumprimento das normas do sistema financeiro.
Aos cidadãos cabe o papel passivo de confiar no governo e manter seu dinheiro depositado nas instituições, por ele autorizadas a funcionar.
Quando há fuga de capitais dos bancos, eles irão procurar lugares mais seguros para ficarem. Os países que não seguirem as mesmas regras dos outros, dando garantia ilimitadas aos depósitos bancários irão ter sérios problemas, pois as pessoas irão trocar as moedas de seus países por moeda forte, conseqüentemente aumentando o câmbio, para colocá-las nos países que lhes garantam 100% dos seus depósitos.
O sistema financeiro tem que funcionar como uma irmandade, uns ajudando os outros, supervisionados pelo Banco Central e não interessa a ninguém a quebra de nenhuma instituição financeira.
Qualquer desconfiança do mercado no sistema financeiro pode gerar uma crise sistêmica, afetando todos eles.
O mercado é complexo e não tem lógica, quando as pessoas agem com emoção, motivo pelo qual as previsões falham.
Por outro lado é difícil entender a lógica das pessoas, pois confiam seus investimentos em ações, apenas com registros eletrônicos nas corretoras, mas não confiam, em épocas de crise, nos bancos onde fazem seus depósitos e que não sejam garantidos pelo governo.
O egoísmo e a ganância levam o ser humano a pensar que é dono do mundo, quando não é, nem da própria vida.
O mundo está crescendo muito rapidamente, aumentando a necessidade, cada vez maior, de alimentos e insumos para a indústria.
Para movimentar a indústria e o comércio, as operações dos mercados de capitais tornaram-se mais complexas e interdependentes.
No sistema capitalista os mercados podem até se auto-regulamentarem, com base na oferta e procura, entretanto, para seu perfeito funcionamento é preciso que haja confiança entre os agentes e segurança nas operações.
Cabe aos governos darem esta segurança, para que haja confiança no mercado.
Uma das atribuições do governo, mais eficaz, não é sua capacidade de legislar, mas de fiscalizar, para evitar fraudes.
A contabilidade e balanço das empresas devem ser transparentes e demonstrarem a realidade dos atos e fatos administrativos.
Sem regras rigorosas de auditoria e fiscalização dos sistemas contábeis, os balanços e demonstrações financeiras das empresas não servem para nada, pois serão manipulados por elas, para esconderem ou mostrarem o que seja de seus interesses.
Como as empresas podem escolher livremente os auditores de suas contas, com certeza, não vencerá a que apresentar o menor preço, mas irão dar preferência às prestadoras de serviço que não lhes desfavoreçam, casos contrários irão substituí-las por outras.
Considerando que os auditores independentes ou empresas de auditoria concorrem entre si, em busca de clientes, poderão ser mais maleáveis aos interesses das empresas, podendo até serem manipulados, para conquistarem novos clientes e não perderem os antigos.
Neste ponto é que o governo deve ser rigoroso com as normas de auditoria e critérios de avaliação dos ativos, como também, com as escolhas dos auditores e, conforme o caso, direcionar a escolha.
A corrupção existe tanto nas empresas privadas, como no governo, portanto a regulamentação tem que ser para evitar a fraude.
A regulamentação dos mercados é um remédio que precisa ser bem dosado, para não virar um veneno.
A liberdade de mercados para operações lícitas é a sua melhor regulamentação, desde que não haja fraudes.
Onde há fraude não existe confiança e sem ela os mercados não funcionam.
Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2008.
Edison Carlos de Souza
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
REFLEXÕES
REFLEXÃO SOBRE AS MUDANÇAS ECONÔMICAS E SOCIAIS DO MUNDO NO SÉCULO XXI
Como o nosso planeta está dividido em países, há uma preocupação patriótica dos cidadãos em querer defenderem a soberania de suas nações.
Ocorre que está preocupação diz respeito, principalmente, à sua ocupação territorial. Tanto isto é verdade que os países armam-se em tempos de paz, para ficarem preparados para a guerra, visando defender seus territórios.
Todos os países têm como meta seus crescimentos econômicos e sociais e para que isto ocorra, precisam de um mercado forte, tanto internamente, quanto externamente.
Para que consigam seus objetivos precisam incrementar suas vendas no mercado interno e externo, conseqüentemente, devem aumentar a produção de matérias-primas, alimentos, bens e serviços.
Quanto ao crescimento populacional, existem variações significativas entre os países, em função de aspectos econômicos, culturais e religiosos.
Observando-se a evolução do crescimento econômico e populacionais mundiais, conclui-se que eles não podem continuar ocorrendo infinitamente, pois é impossível um crescimento infinito num planeta finito.
Quanto à soberania das nações em relação ao capital, ela não existe, nem tampouco os cidadãos dão importância para ela, pois estão interessados no seu crescimento econômico e financeiro pessoal.
Empresários e pessoas físicas buscam lucro em qualquer parte do mundo, portanto, capital não tem pátria.
Os mercados financeiros e de capitais estão conectados mundialmente, e existem duas moedas de referências mundiais: o dólar e o euro.
O mundo mudou e os países não podem ficar a mercê dos Estados Unidos e sua moeda, nem tão pouco da União Européia.
Precisa-se criar uma moeda única mundial, pois a União Européia já demonstrou que isto é possível, quando criou o Euro.
A ONU e o Banco Mundial podem servir de base para a criação de um Sistema Financeiro Mundial, com uma única moeda, mesmo Tesouro e Banco Central.
Não necessariamente, esta moeda precisa ser em papel-moeda, pois, o atual sistema tecnológico permite o uso de uma moeda eletrônica, através da internet etc.
A recente crise financeira que ocorreu no mercado de hipotecas norte-americano desencadeou uma crise mundial nos mercados de capitais, atingindo a economia real. Tais títulos denominados de sub prime, onde os bancos financiavam casas sem preocupação com a renda dos tomadores, foram negociados, não só nos Estados Unidos, mas, também em outros países.
Quando os valores das prestações subiram junto com os saldos devedores dos financiamentos e as rendas caíram, as pessoas deixaram de pagá-las e os bancos foram obrigados a fazer as execuções judiciais para retomá-las. Com isto aumentou a oferta de imóveis e seus preços caíram, aliados a outros fatores, tais como: desaquecimento da economia, perda de renda, desemprego, contenção dos créditos, inflação etc. Como o valor do financiamento inicial é acrescido das despesas judiciais e o valor de mercado dos imóveis diminuiu, os bancos, quando os venderam, realizaram um prejuízo.
Observa-se que quanto mais caírem os preços dos imóveis, mais pessoas deixarão de pagar suas prestações, pois elas foram calculadas com base num financiamento, cujo valor do imóvel era maior.
Não se pode generalizar, pois existem outras situações específicas, que quando os valores de mercado das casas caem e seus mutuários podem pagá-las, isto não é relevante para eles, pois não pretendem vendê-las. Nestes casos o valor de uso é mais importante que o valor de troca e isto não afeta o mercado.
Por outro lado, os Bancos credores das hipotecas, tanto os financiadores originais, quanto os que compraram tais títulos no mercado financeiro, vêm o valor de seus ativos diminuírem, pela desvalorização destes papéis, conseqüentemente, diminuindo seus patrimônios líquidos e o valor de suas ações.
As diminuições dos Patrimônios Líquidos dos Bancos reduzem suas capacidades de emprestar, criando um colapso no sistema financeiro.
Uns dos grandes problemas dos sistemas financeiros e de capitais são os das avaliações verdadeiras das garantias reais.
O valor real de um Bem é quanto o mercado está disposto a pagar por ele, em função do que ele pode render.
Se os valores dos títulos de créditos tiverem garantias irreais, eles pouco ou nada valem, mas se tiverem segurado pelo seu valor de face, os investidores estarão garantidos se a seguradora honrar seus compromissos e não quebrar, a não ser que o governo dê a garantia do tesouro à seguradora ou a tais títulos.
No mercado financeiro e de capitais a confiança é o melhor seguro e garantia.
O dinheiro real não some do mercado, mas troca de mãos, o que some é o dinheiro falso ou irreal, que quando descobertos viram pó.
A "alavancagem" é um risco de mercado e quando mal calculada, torna-se uma irresponsabilidade, principalmente, quando os derivativos não valem nada.
Quando estes fatos ocorrem é quebrada a confiança nos mercados e, nestes casos, o governo precisa intervir, rapidamente, para restabelecê-la.
Qualquer anormalidade causa preocupação e precisa ser resolvido o mais rápido possível, para não causar pânico.
É melhor evitar o pânico do que tentar controlá-lo, porque pessoas em pânico são incontroláveis.
Rio de Janeiro, 03 de Outubro de 2008.
Edison Carlos de Souza.
Como o nosso planeta está dividido em países, há uma preocupação patriótica dos cidadãos em querer defenderem a soberania de suas nações.
Ocorre que está preocupação diz respeito, principalmente, à sua ocupação territorial. Tanto isto é verdade que os países armam-se em tempos de paz, para ficarem preparados para a guerra, visando defender seus territórios.
Todos os países têm como meta seus crescimentos econômicos e sociais e para que isto ocorra, precisam de um mercado forte, tanto internamente, quanto externamente.
Para que consigam seus objetivos precisam incrementar suas vendas no mercado interno e externo, conseqüentemente, devem aumentar a produção de matérias-primas, alimentos, bens e serviços.
Quanto ao crescimento populacional, existem variações significativas entre os países, em função de aspectos econômicos, culturais e religiosos.
Observando-se a evolução do crescimento econômico e populacionais mundiais, conclui-se que eles não podem continuar ocorrendo infinitamente, pois é impossível um crescimento infinito num planeta finito.
Quanto à soberania das nações em relação ao capital, ela não existe, nem tampouco os cidadãos dão importância para ela, pois estão interessados no seu crescimento econômico e financeiro pessoal.
Empresários e pessoas físicas buscam lucro em qualquer parte do mundo, portanto, capital não tem pátria.
Os mercados financeiros e de capitais estão conectados mundialmente, e existem duas moedas de referências mundiais: o dólar e o euro.
O mundo mudou e os países não podem ficar a mercê dos Estados Unidos e sua moeda, nem tão pouco da União Européia.
Precisa-se criar uma moeda única mundial, pois a União Européia já demonstrou que isto é possível, quando criou o Euro.
A ONU e o Banco Mundial podem servir de base para a criação de um Sistema Financeiro Mundial, com uma única moeda, mesmo Tesouro e Banco Central.
Não necessariamente, esta moeda precisa ser em papel-moeda, pois, o atual sistema tecnológico permite o uso de uma moeda eletrônica, através da internet etc.
A recente crise financeira que ocorreu no mercado de hipotecas norte-americano desencadeou uma crise mundial nos mercados de capitais, atingindo a economia real. Tais títulos denominados de sub prime, onde os bancos financiavam casas sem preocupação com a renda dos tomadores, foram negociados, não só nos Estados Unidos, mas, também em outros países.
Quando os valores das prestações subiram junto com os saldos devedores dos financiamentos e as rendas caíram, as pessoas deixaram de pagá-las e os bancos foram obrigados a fazer as execuções judiciais para retomá-las. Com isto aumentou a oferta de imóveis e seus preços caíram, aliados a outros fatores, tais como: desaquecimento da economia, perda de renda, desemprego, contenção dos créditos, inflação etc. Como o valor do financiamento inicial é acrescido das despesas judiciais e o valor de mercado dos imóveis diminuiu, os bancos, quando os venderam, realizaram um prejuízo.
Observa-se que quanto mais caírem os preços dos imóveis, mais pessoas deixarão de pagar suas prestações, pois elas foram calculadas com base num financiamento, cujo valor do imóvel era maior.
Não se pode generalizar, pois existem outras situações específicas, que quando os valores de mercado das casas caem e seus mutuários podem pagá-las, isto não é relevante para eles, pois não pretendem vendê-las. Nestes casos o valor de uso é mais importante que o valor de troca e isto não afeta o mercado.
Por outro lado, os Bancos credores das hipotecas, tanto os financiadores originais, quanto os que compraram tais títulos no mercado financeiro, vêm o valor de seus ativos diminuírem, pela desvalorização destes papéis, conseqüentemente, diminuindo seus patrimônios líquidos e o valor de suas ações.
As diminuições dos Patrimônios Líquidos dos Bancos reduzem suas capacidades de emprestar, criando um colapso no sistema financeiro.
Uns dos grandes problemas dos sistemas financeiros e de capitais são os das avaliações verdadeiras das garantias reais.
O valor real de um Bem é quanto o mercado está disposto a pagar por ele, em função do que ele pode render.
Se os valores dos títulos de créditos tiverem garantias irreais, eles pouco ou nada valem, mas se tiverem segurado pelo seu valor de face, os investidores estarão garantidos se a seguradora honrar seus compromissos e não quebrar, a não ser que o governo dê a garantia do tesouro à seguradora ou a tais títulos.
No mercado financeiro e de capitais a confiança é o melhor seguro e garantia.
O dinheiro real não some do mercado, mas troca de mãos, o que some é o dinheiro falso ou irreal, que quando descobertos viram pó.
A "alavancagem" é um risco de mercado e quando mal calculada, torna-se uma irresponsabilidade, principalmente, quando os derivativos não valem nada.
Quando estes fatos ocorrem é quebrada a confiança nos mercados e, nestes casos, o governo precisa intervir, rapidamente, para restabelecê-la.
Qualquer anormalidade causa preocupação e precisa ser resolvido o mais rápido possível, para não causar pânico.
É melhor evitar o pânico do que tentar controlá-lo, porque pessoas em pânico são incontroláveis.
Rio de Janeiro, 03 de Outubro de 2008.
Edison Carlos de Souza.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
REFLEXÕES
REFLEXÃO – SE O DINHEIRO FÍSICO TORNAR-SE ELETRÔNICO OU VIRTUAL IRÁ AJUDAR OU RESOLVER O PROBLEMA DA CORRUPÇÃO OU DA DESIGUALDADE SOCIAL?
Amar a Deus sobre todas as coisas é fundamental para o Homem.
Na minha REFLEXÃO – ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU, abordo o aspecto espiritual para os problemas materiais.
Se os seres humanos amassem uns aos outros, como Deus nos amou, não haveria nenhum tipo de crime e a espiritualidade iria sobrepor-se à vida material.
Não podemos esquecer que vivemos num mundo material cheio de problemas, alheios à nossa vontade, com grande número de crimes contra a vida, o patrimônio, o meio ambiente, carência educacional, falta de emprego, transporte, habitação, saúde, pobreza, fome, dentre outros. O governo vem fazendo a sua parte e a sociedade precisa participar das discussões e soluções que possam melhorar este estado de coisas.
A tendência natural para o futuro é que não haverá dinheiro na forma de papel-moeda. Mais cedo ou mais tarde isto vai acontecer.
Na minha REFLEXÃO – EXTINGUIR O DINHEIRO NA FORMA DE PAPEL-MOEDA É A MELHOR MANEIRA DE ACABAR COM A CORRUPÇÃO E OUTROS CRIMES, devemos pensar num projeto a ser amplamente discutido entre o governo e a sociedade, devendo ser implantado gradativamente, começando-se pelas pessoas de maior nível sócio-econômico e cultural.
Este assunto, também, foi abordado na minha REFLEXÃO
– COMO EVITAR E DIMINUIR A CRIMINALIDADE.
Quanto ao aspecto cultural e sócio-econômico, devemos levar em consideração que a concentração de renda no Brasil é quase a maior do planeta.
Aproximadamente, 1% de ricos, de uma população de 187.619.000 de habitantes, controla 54% da riqueza privada do país e 25% da classe média, outra boa parte.
A grande realidade é que estas pessoas possuem algum nível de instrução que lhes permite ter CPF, contas correntes, cartões de débito, de crédito, telefones celulares, sendo que a internet (Home Banks e Home Brokers) facilita-lhes pagar diversas obrigações, através de boletos bancários, contas de concessionárias de serviços públicos e de cartões de crédito, além de transferências entre contas correntes ou de investimentos, compra de ações, títulos do governo e outras operações financeiras, sem se locomover até o Banco e diminuindo o risco de assalto.
Acredito que a totalidade deste 1% e boa parte destes 25% da população, já aboliu o uso de cheques, utilizando-se dos chamados dinheiro de plástico (cartões de débito e de crédito).
Se o governo fizer uma reforma tributária, prevendo estes fatos, e legislar com este propósito, bastará fiscalizar este 1% e/ou estes 25%, para controlar quase toda a riqueza do país, podendo melhorar a distribuição de renda, acabando com a pobreza, investindo mais em educação, saúde, habitação, transporte etc., gerando mais emprego e diminuindo a desigualdade social, podendo, inclusive instituir o imposto único, evitando a burocracia, acabando com a sonegação fiscal e a corrupção, porque é quase impossível sonegar dinheiro eletrônico e ele é facilmente rastreável.
Edison C. de Souza
Amar a Deus sobre todas as coisas é fundamental para o Homem.
Na minha REFLEXÃO – ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU, abordo o aspecto espiritual para os problemas materiais.
Se os seres humanos amassem uns aos outros, como Deus nos amou, não haveria nenhum tipo de crime e a espiritualidade iria sobrepor-se à vida material.
Não podemos esquecer que vivemos num mundo material cheio de problemas, alheios à nossa vontade, com grande número de crimes contra a vida, o patrimônio, o meio ambiente, carência educacional, falta de emprego, transporte, habitação, saúde, pobreza, fome, dentre outros. O governo vem fazendo a sua parte e a sociedade precisa participar das discussões e soluções que possam melhorar este estado de coisas.
A tendência natural para o futuro é que não haverá dinheiro na forma de papel-moeda. Mais cedo ou mais tarde isto vai acontecer.
Na minha REFLEXÃO – EXTINGUIR O DINHEIRO NA FORMA DE PAPEL-MOEDA É A MELHOR MANEIRA DE ACABAR COM A CORRUPÇÃO E OUTROS CRIMES, devemos pensar num projeto a ser amplamente discutido entre o governo e a sociedade, devendo ser implantado gradativamente, começando-se pelas pessoas de maior nível sócio-econômico e cultural.
Este assunto, também, foi abordado na minha REFLEXÃO
– COMO EVITAR E DIMINUIR A CRIMINALIDADE.
Quanto ao aspecto cultural e sócio-econômico, devemos levar em consideração que a concentração de renda no Brasil é quase a maior do planeta.
Aproximadamente, 1% de ricos, de uma população de 187.619.000 de habitantes, controla 54% da riqueza privada do país e 25% da classe média, outra boa parte.
A grande realidade é que estas pessoas possuem algum nível de instrução que lhes permite ter CPF, contas correntes, cartões de débito, de crédito, telefones celulares, sendo que a internet (Home Banks e Home Brokers) facilita-lhes pagar diversas obrigações, através de boletos bancários, contas de concessionárias de serviços públicos e de cartões de crédito, além de transferências entre contas correntes ou de investimentos, compra de ações, títulos do governo e outras operações financeiras, sem se locomover até o Banco e diminuindo o risco de assalto.
Acredito que a totalidade deste 1% e boa parte destes 25% da população, já aboliu o uso de cheques, utilizando-se dos chamados dinheiro de plástico (cartões de débito e de crédito).
Se o governo fizer uma reforma tributária, prevendo estes fatos, e legislar com este propósito, bastará fiscalizar este 1% e/ou estes 25%, para controlar quase toda a riqueza do país, podendo melhorar a distribuição de renda, acabando com a pobreza, investindo mais em educação, saúde, habitação, transporte etc., gerando mais emprego e diminuindo a desigualdade social, podendo, inclusive instituir o imposto único, evitando a burocracia, acabando com a sonegação fiscal e a corrupção, porque é quase impossível sonegar dinheiro eletrônico e ele é facilmente rastreável.
Edison C. de Souza
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
REFLEXÕES
REFLEXÃO – ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU.
Não há como se contestar a Lei de Lavoisier que diz: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”
A ciência comprova apenas o que já existe e que o homem, ainda, desconhece.
A natureza realiza prodígios de adaptação, evoluindo à medida que tudo se transforma.
O universo e a vida são criações de Deus, que estão sempre se transformando e evoluindo eternamente e o homem evolui à medida que toma conhecimento da palavra de Deus.
A terra está dividida em países, cada um com seus governantes e representantes hierárquicos e o povo.
Nem todas as pessoas do povo ficam próximas ou tem acesso direto a seus governantes, sendo que os maus cidadãos, infratores das leis, devem ser punidos de alguma forma, ou afastados da sociedade, para cumprirem suas penas, podendo até serem indultados. Esta é uma realidade incontestável.
Se tudo é obra de Deus, por que o seu reino seria diferente?
O Pai Nosso, oração que o Senhor Jesus nos ensinou, diz, claramente: “venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; perdoai as nossas ofensas, assim como nos perdoamos a quem nos tem ofendido.” Portanto, tudo é vontade de Deus, tanto o que acontece na terra, como, no céu.
Se tudo é Deus e Deus é tudo, todos somos filhos de Deus, bons e maus fazem parte dele, mas cada um no seu devido lugar.
Jesus disse a seus apóstolos:
“Não se perturbe o vosso coração, credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vo-lo teria dito. Vou preparar o lugar para vós. Depois que eu tiver ido e vos tiver preparado o lugar, virei novamente e tomar-vos-ei comigo para que, onde eu estou, estejais vós também. E vós conheceis o caminho para ir onde eu vou.” João 14 – 1-2-3-4
Há vários caminhos que o ser humano pode escolher para sua vida; uns são mais curtos, outros mais longos; muitos não levam a nada; nem todos levam a Deus; muitos os afastam dele. Os únicos caminhos que levam a Deus são os da palavra e dos ensinamentos de Jesus.
Disse Jesus aos seus apóstolos:
“Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão por mim.” João 14-6
“O meu preceito é este: que vos ameis uns aos outros, como eu vos amei.” João 15-12
Edison Carlos de Souza
Não há como se contestar a Lei de Lavoisier que diz: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”
A ciência comprova apenas o que já existe e que o homem, ainda, desconhece.
A natureza realiza prodígios de adaptação, evoluindo à medida que tudo se transforma.
O universo e a vida são criações de Deus, que estão sempre se transformando e evoluindo eternamente e o homem evolui à medida que toma conhecimento da palavra de Deus.
A terra está dividida em países, cada um com seus governantes e representantes hierárquicos e o povo.
Nem todas as pessoas do povo ficam próximas ou tem acesso direto a seus governantes, sendo que os maus cidadãos, infratores das leis, devem ser punidos de alguma forma, ou afastados da sociedade, para cumprirem suas penas, podendo até serem indultados. Esta é uma realidade incontestável.
Se tudo é obra de Deus, por que o seu reino seria diferente?
O Pai Nosso, oração que o Senhor Jesus nos ensinou, diz, claramente: “venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; perdoai as nossas ofensas, assim como nos perdoamos a quem nos tem ofendido.” Portanto, tudo é vontade de Deus, tanto o que acontece na terra, como, no céu.
Se tudo é Deus e Deus é tudo, todos somos filhos de Deus, bons e maus fazem parte dele, mas cada um no seu devido lugar.
Jesus disse a seus apóstolos:
“Não se perturbe o vosso coração, credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vo-lo teria dito. Vou preparar o lugar para vós. Depois que eu tiver ido e vos tiver preparado o lugar, virei novamente e tomar-vos-ei comigo para que, onde eu estou, estejais vós também. E vós conheceis o caminho para ir onde eu vou.” João 14 – 1-2-3-4
Há vários caminhos que o ser humano pode escolher para sua vida; uns são mais curtos, outros mais longos; muitos não levam a nada; nem todos levam a Deus; muitos os afastam dele. Os únicos caminhos que levam a Deus são os da palavra e dos ensinamentos de Jesus.
Disse Jesus aos seus apóstolos:
“Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão por mim.” João 14-6
“O meu preceito é este: que vos ameis uns aos outros, como eu vos amei.” João 15-12
Edison Carlos de Souza
REFLEXÕES
REFLEXÃO: EXTINGUIR O DINHEIRO EM PAPEL/MOEDA É A MELHOR MANEIRA DE ACABAR COM A CORRUPÇÃO E OUTROS CRIMES.
O objetivo é que os meios de pagamentos sejam todos eletrônicos.
Muitos passos têm sido dados nesta direção, entretanto, tem-se que pensar num planejamento global, com a participação de todos os países.
Considerando-se os meios tecnológicos atuais já é possível implantá-los imediatamente, mas os governos precisam reformular suas legislações para adaptá-las às novas realidades e mudanças de hábitos da população.
Os países precisam conscientizar-se que a ação de todos influenciam no futuro do planeta e o ser humano é o agente que pode levá-lo à destruição, utilizando o dinheiro como instrumento para atingir seus objetivos pessoais.
Controlando-se o dinheiro de forma efetiva e igualitária através de tributos e com a modernização do imposto de renda, poderemos ter uma sociedade mais justa e livre de muitos crimes contra a vida, o patrimônio e a natureza.
Quaisquer tributos que incidam sobre meios de pagamentos eletrônicos não podem ser sonegados, desde que o governo regule o funcionamento da internet e dos provedores de acesso, com uma legislação justa e severa contra fraudes.
Como funciona o sistema financeiro atual no Brasil, alguns tributaristas entendem que não se tributa dinheiro e sim o que ele pode comprar, mas sob este novo enfoque do dinheiro eletrônico, o governo pode pensar em criar um Imposto sobre Depósito Financeiro (IDF).
Partiríamos da premissa de que se alguém depositou algum dinheiro, eletronicamente, em sua conta corrente é por que o recebeu de terceiros, por algum motivo, portanto, teve uma renda que deve ser tributada e justificada no Imposto de Renda.
Este seria o mais simples dos impostos e o mais justo, pois todos e quaisquer cidadãos iriam pagá-lo, podendo substituir muitos outros, dependendo da alíquota percentual que lhe for atribuída, podendo até ser um imposto único.
A burocracia governamental deixará de ser repassada para o cidadão, para preenchimento de uma infinidade de documentos de arrecadação, bem como, ele deixará de ter a preocupação de estar sonegando e de ser extorquido por funcionários corruptos do governo.
O sistema bancário terá grande importância no sistema de gestão das contas corrente e de investimentos, com a retenção dos impostos que serão repassados, imediatamente e simultaneamente, para as contas do governo, no Banco do Brasil, Caixa Econômica ou Banco Central do Brasil.
O governo Federal, estados, municípios e demais órgãos governamentais, receberão do Banco arrecadador suas respectivas quotas do imposto, sob controle do Banco Central do Brasil.
O imposto é um meio que o governo tem para cobrir suas despesas, que visam beneficiar à sociedade como um todo, e não determinadas empresas ou indivíduos em particular, pois o interesse público deve prevalecer sobre o privado e não devendo ser desvirtuado por objetivos políticos, para atingir ambições partidárias.
No momento em que o governo e o congresso estão empenhados em discutir o Projeto de Reforma Tributária é oportuno colocarmos, também, a viabilidade de eliminar-se o uso do dinheiro papel/moeda, de forma total ou progressiva, o mais cedo quanto possível, visando combater a sonegação de impostos, a corrupção, a extorsão por seqüestro ou qualquer outro tipo, a lavagem de dinheiro, o tráfico de drogas e fazer-se justiça diminuindo-se a desigualdade social. Como todo o sistema será transparente e fácil de ser fiscalizado, até os jogos, hoje ilegais, se forem de interesse do governo, poderiam ser legalizados.
Qualquer que seja o tipo de imposto, a sociedade nunca vai querer pagá-lo por livre e espontânea vontade, procurando todos os meios possíveis para sonegá-lo e o imposto eletrônico tem caráter institucional, portanto, vai agradar a todos os partidos políticos, por ser universal, permitindo a redução da carga tributária, através do dimensionamento ideal de sua alíquota, que permitam a geração de receitas públicas de modo a cobrir as despesas governamentais.
O governo brasileiro criou o Cartão Corporativo para ser usado pelos servidores ou funcionários públicos, em suas despesas a serviço e de seu interesse, pois seu uso demonstra transparência nas despesas públicas, que podem ser rastreadas por auditoria, a qualquer tempo.
No atual sistema, o grande erro de sua utilização é permitir o saque em dinheiro, pois dinheiro não tem cabelo e não pode ser rastreado. Faltam regras claras e a fiscalização efetiva de sua utilização com a devida comprovação. Neste caso, a primeira providência seria criar dois tipos de cartões, sendo um para saque em dinheiro e outro para pagamento de despesas, como também, evitar a distribuição generalizada de cartões pessoais.
Todos os cartões deveriam obedecer à hierarquia, em que os chefes imediatos ficariam responsáveis pelo uso e fiscalização dos cartões a ele subordinados, sem prejuízo de fiscalizações posteriores de outros órgãos.
O atual governo deu um grande passo para a internacionalização do dinheiro eletrônico ao permitir que pessoas físicas ou empresas brasileiras, façam ordens de pagamentos em reais, para despesas feitas no Brasil.
Será permitido que as instituições internacionais e os Bancos Centrais de outros países tenham contas no Banco Central do Brasil, para que o real faça parte de suas reservas e que ele possa ser utilizado no exterior, para compensação e custódia nas operações internacionais.
Como o câmbio do Brasil com outros países será direto, isto é, sem a intermediação do dólar, o governo terá que manter o equilíbrio do sistema financeiro internacional, cujo papel tem sido do dólar.
Quando isto começar a funcionar, plenamente, o câmbio
paralelo deixará de existir e as malas de dinheiros ilegais irão desaparecer.
Autor: Edison Carlos de Souza
O objetivo é que os meios de pagamentos sejam todos eletrônicos.
Muitos passos têm sido dados nesta direção, entretanto, tem-se que pensar num planejamento global, com a participação de todos os países.
Considerando-se os meios tecnológicos atuais já é possível implantá-los imediatamente, mas os governos precisam reformular suas legislações para adaptá-las às novas realidades e mudanças de hábitos da população.
Os países precisam conscientizar-se que a ação de todos influenciam no futuro do planeta e o ser humano é o agente que pode levá-lo à destruição, utilizando o dinheiro como instrumento para atingir seus objetivos pessoais.
Controlando-se o dinheiro de forma efetiva e igualitária através de tributos e com a modernização do imposto de renda, poderemos ter uma sociedade mais justa e livre de muitos crimes contra a vida, o patrimônio e a natureza.
Quaisquer tributos que incidam sobre meios de pagamentos eletrônicos não podem ser sonegados, desde que o governo regule o funcionamento da internet e dos provedores de acesso, com uma legislação justa e severa contra fraudes.
Como funciona o sistema financeiro atual no Brasil, alguns tributaristas entendem que não se tributa dinheiro e sim o que ele pode comprar, mas sob este novo enfoque do dinheiro eletrônico, o governo pode pensar em criar um Imposto sobre Depósito Financeiro (IDF).
Partiríamos da premissa de que se alguém depositou algum dinheiro, eletronicamente, em sua conta corrente é por que o recebeu de terceiros, por algum motivo, portanto, teve uma renda que deve ser tributada e justificada no Imposto de Renda.
Este seria o mais simples dos impostos e o mais justo, pois todos e quaisquer cidadãos iriam pagá-lo, podendo substituir muitos outros, dependendo da alíquota percentual que lhe for atribuída, podendo até ser um imposto único.
A burocracia governamental deixará de ser repassada para o cidadão, para preenchimento de uma infinidade de documentos de arrecadação, bem como, ele deixará de ter a preocupação de estar sonegando e de ser extorquido por funcionários corruptos do governo.
O sistema bancário terá grande importância no sistema de gestão das contas corrente e de investimentos, com a retenção dos impostos que serão repassados, imediatamente e simultaneamente, para as contas do governo, no Banco do Brasil, Caixa Econômica ou Banco Central do Brasil.
O governo Federal, estados, municípios e demais órgãos governamentais, receberão do Banco arrecadador suas respectivas quotas do imposto, sob controle do Banco Central do Brasil.
O imposto é um meio que o governo tem para cobrir suas despesas, que visam beneficiar à sociedade como um todo, e não determinadas empresas ou indivíduos em particular, pois o interesse público deve prevalecer sobre o privado e não devendo ser desvirtuado por objetivos políticos, para atingir ambições partidárias.
No momento em que o governo e o congresso estão empenhados em discutir o Projeto de Reforma Tributária é oportuno colocarmos, também, a viabilidade de eliminar-se o uso do dinheiro papel/moeda, de forma total ou progressiva, o mais cedo quanto possível, visando combater a sonegação de impostos, a corrupção, a extorsão por seqüestro ou qualquer outro tipo, a lavagem de dinheiro, o tráfico de drogas e fazer-se justiça diminuindo-se a desigualdade social. Como todo o sistema será transparente e fácil de ser fiscalizado, até os jogos, hoje ilegais, se forem de interesse do governo, poderiam ser legalizados.
Qualquer que seja o tipo de imposto, a sociedade nunca vai querer pagá-lo por livre e espontânea vontade, procurando todos os meios possíveis para sonegá-lo e o imposto eletrônico tem caráter institucional, portanto, vai agradar a todos os partidos políticos, por ser universal, permitindo a redução da carga tributária, através do dimensionamento ideal de sua alíquota, que permitam a geração de receitas públicas de modo a cobrir as despesas governamentais.
O governo brasileiro criou o Cartão Corporativo para ser usado pelos servidores ou funcionários públicos, em suas despesas a serviço e de seu interesse, pois seu uso demonstra transparência nas despesas públicas, que podem ser rastreadas por auditoria, a qualquer tempo.
No atual sistema, o grande erro de sua utilização é permitir o saque em dinheiro, pois dinheiro não tem cabelo e não pode ser rastreado. Faltam regras claras e a fiscalização efetiva de sua utilização com a devida comprovação. Neste caso, a primeira providência seria criar dois tipos de cartões, sendo um para saque em dinheiro e outro para pagamento de despesas, como também, evitar a distribuição generalizada de cartões pessoais.
Todos os cartões deveriam obedecer à hierarquia, em que os chefes imediatos ficariam responsáveis pelo uso e fiscalização dos cartões a ele subordinados, sem prejuízo de fiscalizações posteriores de outros órgãos.
O atual governo deu um grande passo para a internacionalização do dinheiro eletrônico ao permitir que pessoas físicas ou empresas brasileiras, façam ordens de pagamentos em reais, para despesas feitas no Brasil.
Será permitido que as instituições internacionais e os Bancos Centrais de outros países tenham contas no Banco Central do Brasil, para que o real faça parte de suas reservas e que ele possa ser utilizado no exterior, para compensação e custódia nas operações internacionais.
Como o câmbio do Brasil com outros países será direto, isto é, sem a intermediação do dólar, o governo terá que manter o equilíbrio do sistema financeiro internacional, cujo papel tem sido do dólar.
Quando isto começar a funcionar, plenamente, o câmbio
paralelo deixará de existir e as malas de dinheiros ilegais irão desaparecer.
Autor: Edison Carlos de Souza
REFLEXÕES
REFLEXÃO SOBRE LEIS E CRIMINALIDADE – (versão 2)
OBEDIÊNCIA E CUMPRIMENTO DAS LEIS
Coitados dos habitantes das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, onde crimes bárbaros é uma rotina constante.
Coitados dos políticos e cidadãos que pensam serem as Leis a única solução para os crimes.
Coitados dos seres humanos que são contumazes descumpridores de Leis.
Coitada da humanidade que está destruindo a vida por suas omissões e ações irresponsáveis à revelia das Leis de Deus e do homem.
Coitados daqueles que acreditam ser a elaboração de uma nova Lei a solução de um problema, pensando que ela, por si só, resolverá tudo.
A Lei humana será sempre imperfeita, inacabada e nunca será una, pois variará no tempo e no espaço, ou seja, em cada época e em cada lugar haverá uma lei para um mesmo problema.
Leis sempre existiram, existem e existirá em quantidade e qualidade que se fossem cumpridas o ser humano seria quase perfeito.
A infinita sabedoria divina deixa-nos muitos ensinamentos e dentre eles, foi nos dado o livre arbítrio e a liberdade de ir e vir, mas presos ao nosso corpo. Sofremos nele o descumprimento das Leis da natureza que conhecemos e desconhecemos por ignorância.
Uma única Lei de Deus sintetiza todas as Leis existentes na face da terra:
OS DEZ MANDAMENTOS.
1° - AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS;
2° - NÃO TOMAR SEU SANTO NOME EM VÃO;
3° - GUARDAR DOMINGOS E FESTAS DE GUARDA;
4° - HONRAR PAI E MÃE;
5° - NÃO MATAR;
6° - NÃO PECAR CONTRA A CASTIDADE;
7° - NÃO ROUBAR;
8° - NÃO LEVANTAR FALSO TESTEMUNHO;
9° - NÃO DESEJAR A MULHER DO PRÓXIMO;
10° - NÃO COBIÇAR AS COISAS ALHEIAS;
Bastava que as Leis de Deus fossem cumpridas para o ser humano viver num paraíso.
A solução para o Brasil não é só fazer novas Leis, mas organizá-las, reformulá-las, consolidá-las e fazer serem obedecidas e cumpridas, pelo povo e pelas próprias autoridades.
Lei sem fiscalização é teoria e não existe na prática, porque ela precisa ser obedecida e cumprida. Por exemplo: as pessoas podem obedecer a Lei, mas não cumprir o que ela manda fazer.
As Leis precisam ter várias alternativas de punição e não só pecuniária ou prisional, mas também moral. A punição pecuniária para quem tem dinheiro é prêmio, por não ser justo, não doer no bolso e não afetar em nada o modo de vida do infrator.
Por outro lado, a punição prisional precisa ser discriminatória, caracterizando e classificando os diversos tipos de crimes, de modo que só fiquem juntos aqueles que praticaram delitos semelhantes ou iguais.
As punições morais, não podem ser vexatórias, pois devem sempre visar à recuperação do indivíduo para o convívio em sociedade. Neste contesto serão instituídas penas alternativas e práticas, tais como: prestação de serviços comunitários, religiosos, de ajuda humanitária a pessoas deficientes, de assistência a enfermos em hospitais, de práticas de caridades a pessoas carentes e etc., sempre supervisionados por autoridades competentes.
O grande problema das autoridades é o da qualificação profissional (cultural, física, moral e religiosa) de quem vai fazer cumprir as Leis, que deve conhecê-las. Para isto deve ter nível de instrução compatível com a função, excelente saúde física e mental, comprovada por testes periódicos, além de conhecimentos teóricos e práticos de religião, bem como, justa remuneração financeira.
As leis para serem obedecidas e cumpridas devem: além de proibir, coibir o abuso de autoridades, darem o direito de quaisquer cidadãos acioná-las judicialmente, estabelecer as condições de punição, dar incentivos, visar à recuperação dos infratores e perdoar.
A evolução da humanidade é uma dádiva de Deus que passa pelo arrependimento e o perdão. Visando evoluir espiritualmente o homem pede perdão a Deus pelos seus pecados e, da mesma forma, deve perdoar a quem lhe tenha ofendido.
Edison Carlos de Souza
OBEDIÊNCIA E CUMPRIMENTO DAS LEIS
Coitados dos habitantes das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, onde crimes bárbaros é uma rotina constante.
Coitados dos políticos e cidadãos que pensam serem as Leis a única solução para os crimes.
Coitados dos seres humanos que são contumazes descumpridores de Leis.
Coitada da humanidade que está destruindo a vida por suas omissões e ações irresponsáveis à revelia das Leis de Deus e do homem.
Coitados daqueles que acreditam ser a elaboração de uma nova Lei a solução de um problema, pensando que ela, por si só, resolverá tudo.
A Lei humana será sempre imperfeita, inacabada e nunca será una, pois variará no tempo e no espaço, ou seja, em cada época e em cada lugar haverá uma lei para um mesmo problema.
Leis sempre existiram, existem e existirá em quantidade e qualidade que se fossem cumpridas o ser humano seria quase perfeito.
A infinita sabedoria divina deixa-nos muitos ensinamentos e dentre eles, foi nos dado o livre arbítrio e a liberdade de ir e vir, mas presos ao nosso corpo. Sofremos nele o descumprimento das Leis da natureza que conhecemos e desconhecemos por ignorância.
Uma única Lei de Deus sintetiza todas as Leis existentes na face da terra:
OS DEZ MANDAMENTOS.
1° - AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS;
2° - NÃO TOMAR SEU SANTO NOME EM VÃO;
3° - GUARDAR DOMINGOS E FESTAS DE GUARDA;
4° - HONRAR PAI E MÃE;
5° - NÃO MATAR;
6° - NÃO PECAR CONTRA A CASTIDADE;
7° - NÃO ROUBAR;
8° - NÃO LEVANTAR FALSO TESTEMUNHO;
9° - NÃO DESEJAR A MULHER DO PRÓXIMO;
10° - NÃO COBIÇAR AS COISAS ALHEIAS;
Bastava que as Leis de Deus fossem cumpridas para o ser humano viver num paraíso.
A solução para o Brasil não é só fazer novas Leis, mas organizá-las, reformulá-las, consolidá-las e fazer serem obedecidas e cumpridas, pelo povo e pelas próprias autoridades.
Lei sem fiscalização é teoria e não existe na prática, porque ela precisa ser obedecida e cumprida. Por exemplo: as pessoas podem obedecer a Lei, mas não cumprir o que ela manda fazer.
As Leis precisam ter várias alternativas de punição e não só pecuniária ou prisional, mas também moral. A punição pecuniária para quem tem dinheiro é prêmio, por não ser justo, não doer no bolso e não afetar em nada o modo de vida do infrator.
Por outro lado, a punição prisional precisa ser discriminatória, caracterizando e classificando os diversos tipos de crimes, de modo que só fiquem juntos aqueles que praticaram delitos semelhantes ou iguais.
As punições morais, não podem ser vexatórias, pois devem sempre visar à recuperação do indivíduo para o convívio em sociedade. Neste contesto serão instituídas penas alternativas e práticas, tais como: prestação de serviços comunitários, religiosos, de ajuda humanitária a pessoas deficientes, de assistência a enfermos em hospitais, de práticas de caridades a pessoas carentes e etc., sempre supervisionados por autoridades competentes.
O grande problema das autoridades é o da qualificação profissional (cultural, física, moral e religiosa) de quem vai fazer cumprir as Leis, que deve conhecê-las. Para isto deve ter nível de instrução compatível com a função, excelente saúde física e mental, comprovada por testes periódicos, além de conhecimentos teóricos e práticos de religião, bem como, justa remuneração financeira.
As leis para serem obedecidas e cumpridas devem: além de proibir, coibir o abuso de autoridades, darem o direito de quaisquer cidadãos acioná-las judicialmente, estabelecer as condições de punição, dar incentivos, visar à recuperação dos infratores e perdoar.
A evolução da humanidade é uma dádiva de Deus que passa pelo arrependimento e o perdão. Visando evoluir espiritualmente o homem pede perdão a Deus pelos seus pecados e, da mesma forma, deve perdoar a quem lhe tenha ofendido.
Edison Carlos de Souza
IDÉIAS
IDÉIAS
O Banco Central do Brasil deveria obrigar os Bancos a emitirem dois tipos de cartões de débito: um exclusivamente para pagamentos, proibindo o saque em dinheiro com este cartão; outro só para saque e transferência eletrônica entre contas correntes. Eles deverão ser diferenciados e padronizados com as mesmas características por todos os bancos e que possam ser facilmente identificados por qualquer pessoa, independentemente do banco emissor. Este procedimento evitaria muitos assaltos em caixas eletrônicos, pois as pessoas que não se utilizam da internet, através de home Banks, teriam a oportunidade de só portarem o cartão de pagamento, quando fossem utilizá-lo no Caixa Eletrônico, deixando o de saque em casa, para utilizá-lo quando achar conveniente. Por outro lado, facilitaria a vida das pessoas ou empresas que poderiam dar permissão para seus empregados ou não, ir ao Bando ou caixa eletrônico fazer seus pagamentos de títulos ou de concessionária de serviços públicos, com códigos de barra, sem o risco de sacarem dinheiro de suas contas. Cabe lembrar que a companhia telefônica OI lançou, há pouco tempo, um sistema de pagamento através do telefone celular, limitado às empresas conveniadas, denominado OI PAGO.
Autor: Edison C. de Souza
Sábado, Junho 14, 2007
O Banco Central do Brasil deveria obrigar os Bancos a emitirem dois tipos de cartões de débito: um exclusivamente para pagamentos, proibindo o saque em dinheiro com este cartão; outro só para saque e transferência eletrônica entre contas correntes. Eles deverão ser diferenciados e padronizados com as mesmas características por todos os bancos e que possam ser facilmente identificados por qualquer pessoa, independentemente do banco emissor. Este procedimento evitaria muitos assaltos em caixas eletrônicos, pois as pessoas que não se utilizam da internet, através de home Banks, teriam a oportunidade de só portarem o cartão de pagamento, quando fossem utilizá-lo no Caixa Eletrônico, deixando o de saque em casa, para utilizá-lo quando achar conveniente. Por outro lado, facilitaria a vida das pessoas ou empresas que poderiam dar permissão para seus empregados ou não, ir ao Bando ou caixa eletrônico fazer seus pagamentos de títulos ou de concessionária de serviços públicos, com códigos de barra, sem o risco de sacarem dinheiro de suas contas. Cabe lembrar que a companhia telefônica OI lançou, há pouco tempo, um sistema de pagamento através do telefone celular, limitado às empresas conveniadas, denominado OI PAGO.
Autor: Edison C. de Souza
Sábado, Junho 14, 2007
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